Teatro Das Artes
- 3º piso
SÓ DE SAPATO PRODUÇÕES
apresenta:
O Som da Motown, de Cláudio Figueira e Renato Vieira
Nos 50 anos da lendária gravadora americana, musical revive sucessos das décadas de 60, 70 e 80. Estão lá hits de The Jackson Five, The Supremes, Stevie Wonder, entre outros, interpretados por cinco intérpretes da nova geração.
Banda ao vivo embala a apresentação de nada menos que 50 canções!
Comemorados neste 2009, os 50 anos da gravadora Motown vem dando o que falar em lançamentos, matérias, artigos e celebrações. Chegou a hora de dar corpo, figurinos, cabelos black power e voz, muita voz, através do teatro, à histórica constelação da maioral da black music norte-americana. Estreou dia 12 de junho de 2009, no Teatro do Leblon, Rio de Janeiro, ficando em cartaz até 20 de dezembro de 2009. O Som da Motown, musical concebido e dirigido por Cláudio Figueira (conhecido pelo sucesso Sinatra, olhos azuis, assistido por 80 mil pessoas) e Renato Vieira (diretor de movimento dos principais musicais do Rio), que põe em cena 50 das mais célebres canções eternizadas por astros e estrelas como Michael Jackson, Diana Ross, Stevie Wonder, Lionel Richie, Marvin Gaye e grupos como The Supremes, The Jackson Five, The Temptations, The Four Tops, para citar alguns do histórico elenco contratado pelo visionário Berry Gordy nos idos de 1959. A classificação etária é livre. A duração é de 1h20.
Cláudio Figueira e Renato Vieira apostam em cinco estrelas da nova geração para dar corpo e alma à Motown em cena. Simone Centurione, Thalita Pertuzatti, Ellen Wilson, Alcione Marques e Débora Pinheiro, selecionadas a partir de testes, cantam ao vivo as 50 canções. As intérpretes tem o acompanhamento de uma banda formada especialmente para a ocasião pelos músicos Fernando Lopez (teclados), Robson Rodrigues (baixo), Marcio Amaro (bateria), Moisés Camilo (guitarra) e George de Oliveira (sax). Ao longo de cinco blocos, as intérpretes realizam sete trocas de figurinos, num total de 34 peças.
O Som da Motown não ambiciona documentar a história da gravadora. Quer, sim, consagrar a emoção de toda uma época através de alguns dos mais marcantes hits das paradas de sucesso de 1960, 1970 e 1980. Entre os blocos, porém, uma colagem audiovisual será exibida num telão, pincelando personagens e fatos históricos do período. “Privilegiamos a música e para isso contamos com este fantástico elenco feminino de cantoras e uma banda de altíssimo nível”, destaca o autor, diretor e coreógrafo Cláudio Figueira, fundador da Só de Sapato Produções. “Lançamos mão de uma extrema liberdade poética para retratar a Motown, representante de uma sonoridade que tanto marca a vida de várias gerações. Queremos que a juventude de hoje também venha conhecer o que ela representou”, propõe Renato Vieira.
Coube à pesquisadora e produtora Carmen Figueira mergulhar no universo musical da Motown. De uma seleção inicial de 150 músicas reunidas em seis CDs, restaram 50. Estão lá I heard it through the grapevine, You and I, Get Ready, de Rick James e Rare Heart; Babe I need your loving, uma dentre outras dos Four Tops; Papa was a rolling stone, The Temptations; I hear a symphony, The Supremes; Never can say goodbye e Ben, entre outras do The Jackson Five; My cherrie amour, For once in my life e Isn’t she lovely, de Stevie Wonder e muitas mais.
Responsável pelos arranjos, o músico Fernando Lopez se viu diante de um desafio ao conhecer o universo da Motown. “Precisei dar atenção maior aos blocos dedicados a The Jackson Five e Stevie Wonder. A musicalidade deles já era bem avançada naquela época”, destaca. “Fiquei pasmo ao conferir no musical sobre os The Funk Brothers [conjunto base das gravações no estúdio da Motown] e saber que tudo era feito em quatro canais, na hora, sem edições posteriores”, conta.
Parceria que concilia talentos
O Som da Motown promove o encontro profissional no teatro de amigos de longa data na dança: Renato Vieira e Cláudio Figueira.
A montagem de O Som da Motown traz Cláudio de volta ao universo adulto após o grande sucesso de Sinatra, olhos azuis, visto por mais de 80 mil pessoas e montado em Portugal também. “Sempre criei também as coreografias dos meus espetáculos, mas vi que era a hora de voltar a trabalhar com o Renato que vem com uma expertise nessa área”, observa. Em mais de 35 anos de carreira, Renato Vieira assina a direção de movimento de nove entre dez musicais dos mais importantes da safra recente do teatro nacional, como Beatles – num céu com diamantes, Sassaricando, Cole Porter - Ele nunca disse que me amava, Company, South American Way, Cristal Bacharach, Lado a Lado com Sondheim, de diretores como Miguel Falabella, Cláudio Botelho e Charles Möeller, Cacá Mourthé e Bernardo Jablonsky.
Ficha Técnica
Arranjo e direção musical: Fernando Lopez | Direção musical vocal: Everton Louvize | Pesquisa musical: Carmen Figueira | Figurinos: Marcelo Oliveira | Cenários: Cláudio Figueira e Renato Vieira | Desenho de luz: Eduardo Salino | Engenheiro de som: Hugo Tolipan | Direção de produção: Carmen Figueira | Assistente de produção: Tamara Zelazo | Videografismo: Gustavo Gelmini | Fotografia: Bruno Veiga | Cenotécnico: Rogério Sampaio | Modelista: Rose | Alfaiate: Domingos | Programação visual: Olga Muniz | Contra-regra: Raul Mororó | Camareira: Amélia | Operador de luz: Miguel Bittencourt | Operador de som: Rogério Macedo| Realização: Só de Sapato Prod. e Prom. Artísticas
Teatro das Artes (Shopping Eldorado – 3º piso) – Av. Rebouças, 3970 – Pinheiros. Tel: (11) 3034-0075. Capacidade: 743 lugares. Horário de funcionamento da bilheteria: terça a domingo a partir das 14h às 20h. Aceita os cartões: Visa, Máster e Diners. Possui acesso para deficientes e ar condicionado.
Horário de atendimento da bilheteria: terça a
domingo - a partir das 14h.